
Gabinete de memórias
A Casa
Uma história de persistência, afeto e objetos que continuam vivendo.

01 · A origem
Do brechó nasceu um conceito.
A origem da Doce Lembrança está ligada ao Brechó Arco da Velha e à ideia de reunir café e antiguidades em uma mesma sala.
Com o trabalho de restauração de móveis antigos, a casa tomou forma como um espaço em que cada objeto preserva uma história e quase tudo pode seguir para um novo endereço.

02 · Março de 2020
Uma semana antes de abrir.
A inauguração estava marcada para o fim de março de 2020. Uma semana antes, o lockdown interrompeu a abertura.
Em agosto daquele ano, a Doce Lembrança iniciou suas atividades em um salão de 30 m², com quatro mesas, estabelecendo no Centro uma proposta que unia café, memória e decoração.

03 · A expansão
A casa aprendeu a crescer.
A Doce Lembrança atravessou os primeiros meses, consolidou sua presença e entrou em uma nova fase com a chegada de Amanda Barzotto à sociedade.
O café ganhou mais espaço sem perder sua escala acolhedora: móveis restaurados continuam ambientando o salão e, quando vendidos, seguem para outras casas.
Toda casa começa por quem veio antes.
04 · O tributo
Memória que recebe quem chega.
Na entrada, fotografias ampliadas dos pais de Leda na infância transformam memória familiar em gesto de boas-vindas.
Não são decoração: são o começo da narrativa da casa, um tributo que dá sentido ao nome Doce Lembrança.
A peça mais fotografada da casa.
05 · A peça mais fotografada
Peter Burke, em Campo Grande.
Uma escultura do artista inglês Peter Burke está em consignação na casa. É a primeira obra do artista no Brasil.
A peça se tornou a mais fotografada da Doce Lembrança — presença contemporânea entre móveis antigos, lembrando que uma coleção viva também sabe surpreender.
A história continua
